quarta-feira, 2 de junho de 2010

O rei Nabucodonosor louva o Altíssimo Deus


      O rei disse:
     -Depois de passados os sete anos, eu olhei para o céu, e o meu juízo voltou. Aí agradeci ao Altíssimo Deus e dei louvor e glória àquele que vive para sempre. Eu disse:
      "O poder do Altíssimo é eterno;
o seu reino não terá fim.
Para ele os seres humanos não têm
nenhum valor;
ele governa todos os anjos do céu e
todos os moradores da terra.
Não há ninguém que possa
impedi-lo de fazer o que quer;
não há ninguém que possa obrigá-lo
a explicar o que faz."
     -Logo que o meu juízo voltou-continuou Nabucodonosor-eu recebi outra vez a minha honra, a minha majestade e a glória do meu reino. Os meus conselheiros e as altas autoridades do meu governo me receberam de volta. Fui rei de novo, com mais poder do que antes. Portanto, eu, o rei Nabucodonosor, agradeço ao Rei do céu e lhe dou louvor e glória. Tudo o que ele faz é certo e justo, e ele pode humilhar qualquer pessoa orgulhosa.
Daniel ( 4.34-37 )
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Por isso, tomemos cuidado com o orgulho excessivo e saibamos reconhecer o poder de Deus, o verdadeiro merecedor de todas as honras e glórias. Hoje, deixo aqui descrito, o grande exemplo de um poderoso rei, que teve o seu reinado tomado, por acreditar em seu poder, para levantar Babilônia. Seu orgulho foi tamanho, que menosprezou o Rei dos reis, que é o Altíssimo Deus.
Que Deus estimule em cada coração a humildade, para que possamos entender que nada somos sem a bondade e misericórdia do Senhor dos senhores.



segunda-feira, 31 de maio de 2010

Daniel explica o sonho

      Ao ouvir isso, Daniel, também conhecido como Beltessazar, ficou espantado e por alguns instantes não sabia o que pensar. O rei lhe disse:
     -Beltessazar, não se preocupe com o sonho nem com o que ele quer dizer.
      Mas Daniel respondeu:
     -Ó Rei, quem dera que o sonho e a sua mensagem não fossem a respeito do senhor, mas a respeito dos seus inimigos! O senhor viu uma árvore que cresceu e cresceu até tocar o céu e que era tão grande, que podia ser vista de qualquer lugar do mundo. As suas folhas eram belas, e ela dava tantas frutas, que o mundo inteiro podia se alimentar delas. Animais selvagens descansavam na sombra da árvore, e as aves faziam ninhos nos seus galhos.
     -Aquela árvore, ó Rei, é o senhor. Pois o senhor se tornou poderoso, e o seu poder aumentou tanto, que chegou até o céu, e o seu domínio se estendeu pelo mundo inteiro. E o senhor viu também um anjo-vigia descendo do céu e dizendo: "Derrubem a árvore e quebrem todos os seus galhos, mas deixem ficar o toco e as suas raízes e o amarrem com correntes de ferro e de bronze, para que fique no meio do capim bravo, no campo. Assim o sereno cairá sobre esse homem, e ele terá de comer o que os animais comem. Sete anos ele viverá assim."
      E Daniel continuou:
     -E agora darei a explicação. Este sonho trata da sentença do Altíssimo Deus contra o senhor, ó Rei. O senhor será expulso do meio dos seres humanos e ficará morando com os animais selvagens. O senhor comerá capim como os bois, dormirá ao ar livre e ficará molhado pelo sereno. Isso durará sete anos, até que o senhor reconheça que o Altíssimo Deus domina todos os reinos do mundo e coloca como rei o homem que ele quer. A ordem do anjo para que deixassem ficar o toco da árvore com as raízes quer dizer que o senhor será rei de novo, mas só quando confessar que Deus domina o mundo inteiro. Ó Rei, aceite o meu conselho. Deixe de pecar e faça o que é certo; acabe com as suas maldades e ajude os pobres. Assim talvez o senhor possa continuar a viver em paz e felicidade.
     E de fato tudo isso aconteceu com o rei Nabucodonosor. Doze meses mais tarde, ele estava passeando no terraço do seu palácio na cidade de Babilônia e disse:
     -Como é grande a cidade de Babilônia! Com o meu grande poder eu a construí para ser a capital do meu reino, a fim de mostrar a todos a minha grandeza e a minha glória.
      O rei ainda estava falando quando veio uma voz do céu, que disse:
     -Preste atenção, rei Nabucodonosor! Este reino não é mais seu. Você será expulso do meio dos seres humanos, ficará morando com os animais selvagens e comerá capim como os bois. Isso durará sete anos, até que você reconheça que o Altíssimo Deus domina todos os reinos  do mundo e coloca como rei quem ele quer.
      Naquele mesmo instante cumpriu-se a setença contra Nabucodonosor. Ele foi expulso do meio dos seres humanos e começou a comer capim como os bois. Dormia ao ar livre e ficava molhado pelo sereno. O seu cabelo ficou comprido, parecido com penas de águia, e as suas unhas cresceram tanto, que pareciam garras de um gavião.
Daniel ( 4.1-33 )
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Esse texto deixa bem claro o quão tolo, são os homens que se iludem com o poder. Também ficou-nos claro, a ilimitada bondade de Deus que devolveu o reinado à Nabucodonosor, após ele reconhecer a existência do verdadeiro Rei dos reis. Portanto é bom exclarecer, que somos quem somos e chegamos onde chegamos, porque Deus permite. Que isso, possa servir de orientação para os grandes governantes mundiais, que acreditam nas suas próprias forças, ignorando o domìnio de Deus, o único que foi capaz de criar o mundo e tudo que nele existe.




sábado, 29 de maio de 2010

A luta interior


      Sabemos que a Lei é esperitual; mas eu sou humano e fraco, vendido como escravo ao pecado. Eu não entendo o que faço porque não faço o que gostaria de fazer. Ao contrário, faço justamente aquilo que odeio. Se faço o que não quero, isso prova que reconheço que a lei é justa e mostra que de fato já não sou eu quem faz isso, mas o pecado que vive em mim. Pois eu sei que o que é bom não vive em mim, isto é, na minha natureza humana. Porque, ainda que a vontade de fazer o bem esteja em mim, eu não consigo fazê-lo. Pois não faço o bem que quero, mas o mal que não quero fazer, esse faço. Mas, se faço o que não quero, já não sou eu quem faz, mas o pecado que vive em mim.
      Assim eu sei que é isto que acontece comigo: quando quero fazer o que é bom, só sou capaz de fazer o que é mau. Dentro de mim sei que gosto da Lei de Deus. Mas vejo que uma lei diferente age no meu corpo, uma lei que luta contra aquela que a minha mente aprova. Ela me torna prisioneiro da lei do pecado que age no meu corpo. Como sou infeliz! Quem me livrará deste corpo que está me levando para a morte? Mas dou graças a Deus, por meio do nosso Senhor Jesus Cristo!
      Portanto, esta é a minha situação: No meu pensamento eu sirvo a lei de Deus, mas na prática sirvo a lei do pecado.
Romanos ( 7.14-25 )
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Que Deus nos absorva dos nossos pecados, através de sua infinita misericórdia!!!
Amém!!!



quinta-feira, 27 de maio de 2010

Aceitos por Deus


      Agora que fomos aceitos por Deus por meio da fé, temos paz com ele por intermédio de Jesus Cristo, o nosso Senhor. Foi Cristo quem nos trouxe, pela nossa fé, para a graça de Deus; e agora nós continuamos firmes nela. portanto, nos alegramos na esperança de participar da glória de Deus. E também nos alegramos nos sofrimentos, pois sabemos que os sofrimentos produzem a paciência, a paciência tráz a aprovação de Deus, e esta aprovação cria a esperança. Esta esperança não nos decepciona, pois Deus tem derramado seu amor nos nossos corações, por meio do Espírito santo, que ele nos deu.
      Porque, quando éramos fracos para fazermos o bem, Cristo morreu por nós, os maus, no tempo escolhido por Deus. É difícil que alguém morra por uma pessoa que obedece às leis. Pode ser que alguém tenha coragem de morrer por uma pessoa boa. Mas Deus nos mostrou o quanto nos ama: quando ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós. E agora, já que fomos aceitos por Deus por meio da morte de cristo na cruz, com muito mais razão ficaremos livres, por meio dele, do castigo de Deus. Éramos inimigos de Deus,  mas ele nos fez seus amigos por meio da morte do seu filho. Agora que somos amigos de Deus, com muito mais razão seremos salvos pela vida de Cristo. Além disso, nós nos alegramos por causa daquilo que Deus fez por meio do nosso Senhor Jesus Cristo, que agora nos tornou amigo de Deus.
      O pecado entrou no mundo por meio de um só homem e o pecado trouxe a morte. Assim a morte se espalhou por toda a raça humana porque todos pecaram. Antes que as criaturas humanas recebessem a Lei, já existia o pecado no mundo. Mas para Deus é como se o pecado não tivesse sido cometido. Porém, desde o tempo de Adão até Moisés, a morte dominou todas as criaturas humanas, mesmo as que não pecaram como Adão pecou, quando desobedeceu à ordem de Deus.
      Adão era a figura daquele que havia de vir. Mas o presente que Deus nos dá não é como o pecado de Adão. Pois muitos morreram por causa do pecado de um só homem. Mas a graça de Deus é muito maior, e ele dá a salvação gratuitamente a muito mais gente, por meio do amor de um só homem - Jesus Cristo. E existe uma diferença entre o que Deus dá e o pecado de um só homem. Porque, no caso do pecado, a condenação veio por causa de um só pecado. Porém, no caso da salvação, Deus aceita de graça os que têm cometido muitos pecados. É verdade que, por causa de um só homem e por meio do seu pecado, a morte começou a dominar a raça humana. Mas o resultado do que foi feito por um só homem, Jesus Cristo, é muito maior! E todos aqueles que Deus aceita e que recebem como presente a sua imensa graça reinarão na nova vida, por meio de Cristo.
      Portanto, assim como um pecado condenou todos os seres humanos, assim também um ato de salvação libertou todos e lhes deu vida. E assim como os seres humanos se tornaram pecadores por causa da desobediência de um só homem, assim também serão aceitos por Deus por causa da obediência de um só homem.
      A Lei veio para aumentar o mal. Mas onde aumentou o pecado, a graça de Deus aumentou muito mais ainda. Portanto, assim como o pecado dominou e trouxe a morte, assim também a graça de Deus, dominando por meio do seu poder salvador, nos trás a vida eterna, que é nossa por meio de Jesus Cristo, o nosso Senhor.
Romanos ( 5.1-21 )   



terça-feira, 25 de maio de 2010

A injustiça no mundo

      Neste mundo eu também reparei o se-
guinte: no lugar onde deviam estar a justiça
e o direito, o que a gente encontra é a malda-
de. Então pensei assim: "Deus julgará tan-
to os bons como os maus porque tudo o que
se passa neste mundo, tudo o que a gente faz,
acontece na hora que tem de acontecer.." Aí
cheguei à conclusão de que Deus está pondo
as pessoas à prova para que elas vejam que
não são melhores do que os animais. No
fim das contas, o mesmo que acontece com
as pessoas acontece com os animais. Tanto
as pessoas como os animais morrem. O ser
humano não leva nenhuma vantagem sobre
o animal, pois os dois tem de respeirar para
viverem. Como se vê, tudo é ilusão, pois
tanto um como o outro irão para o mesmo
lugar, isto é, o pó da terra. Tanto um como
o outro vieram de lá e voltarão para lá.
Como é que alguém pode ter a certeza de
que o sopro de vida do ser humano vai para
cima e que o sopro de vida do animal desce
para a terra? Assim eu compreendi que não
há nada melhor do que a gente ter prazer no
trabalho. Essa é a nossa recompensa. Pois
como é que podemos saber o que vai aconte-
cer depois da nossa morte?
      Então olhei de novo para toda a injus-
tiça que existe neste mundo. Vi muitos
sendo explorados e maltratados. Eles chora-
vam, mas ninguém os ajudava. Ninguém os
ajudava porque os seus perseguidores ti-
nham o poder do seu lado. Por isso cheguei
a esta conclusão: aqueles que morrem são
mais felizes do que os que continuam vivos.
Porém mais felizes do que todos são aqueles
que ainda não nasceram e que ainda não
viram as injustiças que há neste mundo.
      Também descobri porque as pessoas se
esforçam tanto para ter sucesso no seu tra-
balho: é porque elas querem ser mais do que
os outros. Mas tudo é ilusão. É tudo como
correr atrás do vento. Dizem que só mesmo
um louco chegaria ao ponto de cruzar os
braços e passar fome até morrer. Pode ser.
Mas é melhor ter pouco numa das mãos, com
paz de espírito, do que estar sempre com as
duas mãos cheias de trabalho, tentado pe-
gar o vento.
      Descobri que na vida existe mais uma
coisa que não vale a pena: é o homem viver
sozinho, sem amigos, sem filhos, sem ir-
mãos, sempre trabalhando e nunca satisfeito
com a riqueza que tem. Para que é que ele
trabalha tanto, deixando de aproveitar as
coisas boas da vida? Isso também é ilusão, é
uma triste maneira de viver.
      É melhor haver dois do que um porque
Duas pessoas trabalhando juntas podem ga-
nhar muito mais. Se uma delas cai, a outra
a ajuda a se levantar. Mas, se alguém está
sozinho e caí, fica em má situação porque
não tem ninguém que o ajude a se levantar.
Se faz frio, dois podem dormir juntos e se
esquentar; mas um sozinho, como é que vai
se esquentar? Dois homens podem resistir
a um ataque que derrotaria um deles se esti-
vesse sozinho. Uma corda de três cordões é
difícil de arrebentar.
      O moço pobre mas sábio vale mais do
que o rei velho e sem juízo que já não aceita
conselhos. Um homem pode muito bem
sair da cadeia e se tornar o rei do seu país,
mesmo tendo nascido pobre. Eu pensei em
todas as pessoas que vivem neste mundo e
imaginei que existe entre elas, em algum lu-
gar, um moço que tomará o lugar do rei. O
número de pessoas que um rei governa é
muito grande; no entanto, quando deixa de 
ser rei, ninguém é agradecido pelo que ele
fez. É tudo ilusão, é tudo como correr atrás
do vento.
Eclesiastes ( 3.16-22 ) - ( 4.1-16)     

segunda-feira, 24 de maio de 2010

A ilusão das riquezas


      Não fique admirado quando você notar
em algum lugar o governo fazendo injustiça,
perseguindo os pobres e negando os direitos
deles. Pois cada autoridade é protegida pela
que está acima dela, e as duas são acoberta-
das pelas autoridades superiores. Elas di-
zem: "Toda gente tira proveito da terra, mas
o rei depende daquilo que recebe das colhei-
tas."
      Quem ama o dinheiro nunca ficará
satisfeito; quem tem a ambição de ficar rico
nunca terá tudo que quer. Isso também é
ilusão. Quanto mais rica é a pessoa, mais
bocas tem para alimentar. E o que ela ganha
com isso é apenas saber que é rica. O tra-
balhador pode ter pouco ou muito para co-
mer, mas pelo menos dorme bem à noite.
Porém o rico se preocupa tanto com as coisas
que possui, que nem consegue dormir.
      Eu tenho visto neste mundo esta coisa
triste: algumas pessoas economizam dinhei-
ro e sofrem com isso. Perdem tudo num
mau negócio e assim não deixam nada para
os filhos. Como entramos neste mundo,
assim também saímos, isto é, sem nada. Ape-
sar de todo o nosso trabalho, não podemos
levar nada desta vida. Isso também é muito
triste! Nós vamos embora deste mundo do
mesmo jeito que viemos. Trabalhamos tan-
to, tentando pegar o vento, e o que é que
ganhamos com isso? O que ganhamos é
passar a vida na escuridão e na tristeza,
preocupados, doentes e amargurados.
      Então cheguei a esta conclusão: a me-
lhor coisa que uma pessoa pode fazer duran-
te a curta vida que Deus lhe deu é comer e
beber e aproveitar bem o que ganhou com o
seu trabalho. Essa é a parte que cabe a cada
um. Se Deus der a você riquezas e proprie-
dades e deixar que as aproveite, fique con-
tente com o que recebeu e com o seu traba-
lho. Isso é um presente de Deus. E você não
sentirá o tempo passar, pois Deus encherá o
seu coração de alegria.
Eclesiastes ( 5.8-20 )
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Não poderíamos ter um bom desempenho numa corrida, com uma mala pesada nas costas. A ambição pelas riquezas deste mundo, são como essa mala pesada que atrapalha o nosso amadurecimento esperitual. Se deixarmos de lado a ambição, teremos melhor rendimento em nosso aprendizado. Quando passarmos a ambicionar o que verdadeiramente importa, seremos leves como pena, serenos como o despertar da aurora.



sábado, 22 de maio de 2010

A sabedoria e a falta de juízo


A sabedoria construiu a sua casa sobre sete colunas. Mandou matar animais para uma festa, preparou vinho e pôs a mesa. Aí mandou as suas empregadas gritarem do lugar mais alto da cidade: "Entre, gente tola!" E disse às pessoas sem juízo: "Venham, comam a minha comida e bebam o vinho que preparei. Deixem a companhia dos tolos e vivam. Sigam o caminho do conhecimento."
Se você repreender uma pessoa vaidosa, a única coisa que vai conseguir é ser insultado. Se tentar corrigir um homem mau, o que vai conseguir é ser humilhado. Nunca repreenda uma pessoa vaidosa; ela o odiará por isso. Mas, se você corrigir uma pessoa sábia, ela o respeitará. Qualquer coisa que você ensina a uma pessoa sábia torna-a mais sábia ainda. E tudo que você diz a uma pessoa direita aumenta a sabedoria dela.
Para ser sábio, é preciso primeiro temer ao Deus eterno. Se você conhece o Deus Santo, então você tem compreensão das coisas. A sabedoria o fará viver uma vida mais longa. Se você for sábio, o lucro será seu; se zombar de tudo, você mesmo sofrerá as consequências.
A falta de juízo é como uma mulher espalhafatosa, tola e sem-vergonha. Ela senta-se a porta da sua casa ou num banco no lugar mais alto da cidade e grita aos que passam preocupados com os seus negócios: "Entre, gente tola!" E diz às pessoas que não tem juízo: "A água roubada é mais gostosa; o pão furtado é mais saboroso." Mas os convidados dela não sabem que aqueles que vão à sua casa morrem e que os que entraram já estão nas profundezas do mundo dos mortos.
Provérbios ( 9.1-18 )
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O assunto, aqui, colocado em letras, serve para orientar os que não buscam sentido para suas vidas. Orientar os que acreditam que devem fazer tudo que vem à mente. Existe uma série de coisas boas que devemos praticar e outras que devemos evitar. Temos total responsabilidade pelos nossos atos, daí a necessidade de agirmos com a devida sabedoria.